O contexto
A adoção de IA no setor público
deixou de ser opcional.
O Plano Brasileiro de IA 2024-2028 estabelece a capacitação massiva de servidores como eixo estruturante. CNJ, CGU, MGI, Câmara, Senado e Tribunais de Contas já publicaram seus próprios marcos de governança. Enquanto isso, ferramentas como ChatGPT, Claude e Gemini circulam no expediente sem critério técnico, sem proteção de dados, sem verificação de resultados.
Risco 01
Conformidade
Dados pessoais e sigilosos em nuvens públicas estrangeiras, em desacordo com a LGPD, a LAI e os normativos setoriais do poder ao qual o órgão pertence.
Risco 02
Qualidade
Conteúdo institucional publicado com alucinações de IA não verificadas. Perda de credibilidade técnica do órgão.
Risco 03
Produtividade reversa
Servidor gasta mais tempo revisando saídas mal geradas do que economizaria com IA bem utilizada. ROI negativo.
Capacitação estruturada não é despesa de aperfeiçoamento — é mitigação ativa de risco institucional.